Introdução

Mãe de 3 filhos (Rodrigo, Philippe e Fernanda), avó (quatro netas: Eduarda, Mirela, Luna e Laura), Supervisora Educacional, Profª aposentada de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira; Pedagoga e Pesquisadora, Graduada em Letras e Pedagogia e Pós-Graduada (Especialista em Língua Portuguesa e Iniciação Teológica); Mestre em Letras e Ciências Humanas. Trabalho muito, estudo bastante, adoro pesquisar, ler boas obras; folhear jornais e revistas, assistir telejornais; viajar, ir ao Shopping, utilizar a Internet. Crio algumas "quadrinhas", gosto de elaborar projetos que não sejam engavetados.

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Encontrei num outro Blog e gostei.

Há muitas pessoas que se deixam levar pelos mandões metidos a sabichões! Existem, em locais de trabalho, aquelas pessoas que não têm educação nenhuma e isso é interpretado assim: "ah, esse é o jeitão dela!" E, assim, desse jeito, essas pessoas "jeitosas" vão comandando as demais a pensarem do jeito dela e, assim, tudo se ajeita. E com um componente extra: são considerados líderes! Êta mundão besta, sô! Mas, vamos ao "post":

 O fórum é intitulado: Chega!!! Queremos profissionais além do básico... e descreveu o seguinte:

"Quem ai nunca teve o prazer de trabalhar com "profissionais" que fazem apenas o que manda o roteiro, não se destacam, não inovam e acham que qualquer coisa fora das suas atribuições é passível de processo como desvio de função e danos morais (nossa!). Infelizmente toda a empresa conta com profissionais dessa estirpe.
Quando se fala em fazer algo extra, também pensam em ganhar "algum extra".
Já dizia Henry Ford, "abomino dois tipos de funcionários. Os que não fazem o que lhes é pedido e os que só fazem o que lhes é pedido". Estamos falando de 1914 e do modelo fordista de fabricação em série. Os profissionais devem fazer sempre mais do que se espera deles e quebrar o paradigma que conhecemos na prática, onde os funcionários fazem o mínimo possível para que não sejam mandados embora e os empregadores pagam o mínimo aceitável para retê-los. 

As empresas devem perceber que a única forma de serem competitivas é tendo no seu time pessoas que não se acomodem facilmente, que percebam erros, questionem e sejam parte da solução. Caso você se encaixe nesse perfil, parabéns, mas de nada adianta ter esse perfil se o lugar onde você trabalha fala de inovação, criatividade e empreendedorismo, mas não lhe dá liberdade para criar, cometer erros e empreender. Cuidado, se esse for o seu caso mude de empresa e abuse do seu talento na concorrência.
 

Até mesmo porque Einstein já dizia que "Não há maior sinal de loucura do que fazer uma coisa repetidamente e esperar a cada vez um resultado diferente". Eu concordo com esse cara fotogênico e você???
"

Está mais do que claro que a culpa pela falta de proatividade não está no funcionário, mas nas lideranças incapazes que chegam onde não deveriam chegar por serem apenas "de confiança".

Infelizmente ainda há um grupo (e muito grande!!) de empreendedores que promovem para cargos de comando "pessoas de confiança" ao invés de pessoas capazes, líderes que coloquem a turma para pensar a agir. Cansei de ver ótimos vendedores virarem péssimos gerentes, e nem assim perdem o emprego por serem de confiança do patrão, e acabam liderando um bando de acomodados sem iniciativa criativa e motivação. A equipe sente a falta de um líder e perde o gosto pelo próprio trabalho.

Um bom gestor é aquele que articula os projetos internos de tal maneira que faça sua equipe pensar, e mesmo sabendo onde quer chegar consegue fazer com que os demais busquem uma solução e cheguem onde ele quer, até com ideias mais eficientes e inovadoras.

Essa á uma das características de um bom líder: promover o uso de toda a capacidade intelectual de seus comandados. "E jamais querer pensar por eles"!




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